Alan Silva Alves

15/09/2017

 

A história de Alan Silva Alves, 21 anos, se confunde com a de tantos outros beneficiários do Cepac. Ele entrou no Projeto Semeando o Futuro, com apenas 9 anos de idade. A sua família, moradora do Parque Imperial, já conhecia instituição quando ele entrou para o projeto, suas duas irmãs já tinham participado dos projetos e foi pelo Cepac que conseguiram o primeiro emprego. ?Minha mãe via que aqui era um bom lugar para soltar o filho dela. Ela via que aqui poderia ter o primeiro emprego e ter uma trajetória boa. Desde pequeno eu gostei muito daqui, não tenho o que reclamar.?, conta Alan. Ele conta que deixou o Cepac para entra no curso técnico e depois de algum tempo resolveu voltar para o Cepac. Depois de realizar algumas entrevistas passou para a vaga de aprendiz na Ecolab. Na época ainda vigorava a antiga Lei com contrato de dois anos. ?Eu tive dois anos de aprendizagem, como pessoa e como profissional. Assim que entrei uma pessoa saiu e eu passei a ser responsável pelo arquivo. Foi um aprendizado para eu crescer profissionalmente, ter um choque de realidade?, comenta Alan sobre sua experiência como Aprendiz Cidadão. Em paralelo aos estudos, trabalho e participação no Cepac, Alan se interessou por dança e ingressou em um grupo participando de concursos de hip-hop. Agora se prepara para voltar a competir em ?batalhas? individuais. Esse interesse nasceu da oficina de dança que participou no Cepac. O estudante de psicologia sonha em ter seu próprio consultório e deixa um recado para os atuais beneficiários da instituição: ?Não desistam! Esqueçam esse modelo imposto pela sociedade e pensem mais no futuro. O Cepac é maior porta dos jovens daqui do imperial, é o início da vida pessoal e profissional?.